sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Sérgio S. Maravilha

Estava andando sem destino por ai

sem vontade sem saber a onde ir, ia vivendo sem estudar,

“sem saber que existia um lugar, maravilhoso como o UNI-BH

onde os professores com alegria gostam de ensinar ” (bis)



Coro
Doce lar, UNI-BH, com alegria vou recordar,

e os bons amigos que eu pude fazer

de cada momento não irei me esquecer.



Sei que um dia daqui irei sair, talvez alguns não vou rever jamais, mais do meu peito não vou tirar,

“eu prometo que enquanto eu viver, com certeza

vou lembrar-me de você, amigos e amigas que um dia pude conhecer



Autoria: Sérgio S. Maravilha - PDM8

O coordenador pedagógico e a questão do cuidar

Este capítulo nos mostra que a relação do cuidar nas relações pedagógicas são diferentes conforme o estágio de desenvolvimento do aluno; porém envolve sempre o comprometimento, a disponibilidade para conhecer as necessidades do outro naquele momento, naquele contexto determinado. Sendo assim o cuidar do professor implica um cuidado constante com o fazer, um cuidado com o conhecimeto ja construido, um cuidado em fazer do conhecimento um alicerce para os alunos elaborarem projetos de vida éticos, um cuidado consigo mesmo.

Democracia na gestão da escola

Saiba como os Conselhos Escolares funcionam e porque você deve aderir ao da sua escola

 O Conselho Escolar cria uma relação entre a instituição e os pais, o que estimula a participação dos mesmos na vida escolar dos filhos
A participação das famílias na educação formal dos estudantes pode ir muito além do acompanhamento de boletins e de conversas com professores. O envolvimento direto dos pais no dia a dia da escola, acompanhando questões ligadas à administração e ao ensino, pode ser vital para a melhoria da educação - e os conselhos escolares são ótimas formas de fazer isso acontecer.
“Por meio do conselho é possível envolver a comunidade e estimulá-la a acompanhar os estudos dos seus filhos e o que está acontecendo na escola,” conta Maria Luiza Martins Aléssio, diretora de Fortalecimento Institucional e Gestão Educacional do Ministério da Educação.

Um exemplo bem sucedido é o da escola de educação infantil Sarah Victalino Gueiros, no município de Vila Velha (ES). Com o estímulo da secretaria de Educação do município, os professores do colégio tomaram a iniciativa, convocaram a comunidade e criaram um Conselho Escolar no colégio. Mais de 200 pais participaram das primeiras votações. Agora, os integrantes do conselho deliberam juntos sobre questões que vão do plano pedagógico à merenda servida no colégio. “Sem um conselho, é impossível ter uma escola pública de qualidade”, diz a diretora da escola, Lidia de Vargas Araujo. “Não sei como eu conseguiria trabalhar sem o conselho lado a lado comigo”.
O Conselho é formado por representantes de todos os grupos envolvidos com a educação: funcionários e professores da escola, pais e outros membros da comunidade. Ao trazer todos os interessados para discussão e tirar as decisões da mão de poucos, ele transforma a escola em um ambiente mais democrático e transparente.
A seguir, entenda como os Conselhos Escolares funcionam, porque eles são essenciais para uma boa gestão escolar e porque você deve aderir.

1. Quais as funções do Conselho Escolar? O Conselho monitora dirigentes escolares, assegurando a qualidade do ensino. Pode estabelecer metas, planos educacionais, o calendário escolar e aprovar o projeto pedagógico da escola. Também cuida da situação financeira da escola, definindo planos de aplicação de recursos e normas para a prestação de contas.
Apesar de possuírem essas linhas gerais, suas funções variam: os Estados são os responsáveis por estabelecer as atribuições gerais dos Conselhos. Mas nem todas as unidades da federação têm legislação sobre o assunto.

2. Quem pode participar dos Conselhos Escolares? Pais, representantes de alunos, professores, funcionários, membros da comunidade e diretores da escola.

3. Quantos são e como os membros são eleitos? A forma de escolha e o número de membros variam de escola para escola. Como são autônomas, as instituições devem estabelecer suas próprias regras de eleição e o tamanho dos mandatos, dentro do previsto na legislação estadual.

Na maioria dos Estados com regras, os mandatos são fixados entre um e dois anos. Os representantes são eleitos por suas próprias categorias e o diretor é um membro nato do Conselho.

4. De quanto em quanto tempo o Conselho deve se reunir? O MEC sugere reuniões mensais dos Conselhos. Além dessas reuniões, também são importantes as assembléias-gerais, que contam com a participação de todos da comunidade escolar e não somente dos membros eleitos.

5. Os Conselhos Escolares são obrigatórios? Não há a obrigatoriedade da existência deles em nível nacional e estadual. Em alguns municípios, porém, eles são obrigatórios. Normalmente, as eleições dos diretores nessas cidades só podem ser feitas pelo Conselho - como o MEC sugere em seus materiais. Apesar de a eleição do diretor pelo Conselho ser uma prática comum, há exceções, pois os municípios e as escolas são autônomos.

6. Por que os Conselhos são necessários? As escolas são autônomas na gestão dos seus recursos e na elaboração dos seus projetos pedagógicos. Para estimular essa autonomia, cada vez mais o Governo Federal repassa recursos e materiais diretamente para as escolas. Assim, elas podem resolver problemas específicos de cada comunidade. E a melhor maneira de saber o que a comunidade precisa é trazê-la para a gestão administrativa e pedagógica da escola por meio dos Conselhos.

A prática ainda é pouco comum no país. O Brasil tem um regime democrático desde o fim da ditadura militar em 1985, mas a gestão das escolas públicas mudou de forma lenta desde então. As congregações formadas exclusivamente por professores continuam a gerir a maioria das escolas. Muitas vezes, sem ouvir a comunidade ao seu redor. Com a formação do Conselho, o cidadão vira um sujeito participante no destino de sua Educação e da sua sociedade.

7. Desde quando a formação dos Conselhos é estimulada? A gestão democrática do ensino público e a autonomia pedagógica e administrativa das unidades escolares estão previstas na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), de 1996.

Uma das metas do Plano Nacional de Educação, aprovado em 2000, é "promover a participação da comunidade na gestão das escolas, universalizando, em dois anos, a instituição de Conselhos escolares ou órgãos equivalentes". Nove anos depois, os Conselhos ainda não foram implantados em larga escala no país.

Desde 2004, o MEC tenta estimular a criação e o aperfeiçoamento deles por meio do Programa Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares.

8. Como posso implantar um Conselho na minha escola? A atitude de formar um Conselho pode partir dos educadores, dos alunos ou da comunidade ligada à escola. Pode haver legislação municipal ou estadual que estabelece regras para a criação dos Conselhos. Por isso, é importante procurar a orientação da Secretaria de Educação da sua cidade ou Estado.

O MEC ajuda diretamente as escolas por meio do Programa Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares da Secretaria de Educação Básica. No site oficial do programa, há 13 cadernos há materiais disponíveis para download. Voltados para diversos aspectos da formação dos Conselhos, eles explicam as diferentes possibilidades para o funcionamento e as diversas áreas de atuação deles.

Pais com vontade de participar do Conselho devem procurar a direção da escola para se informar sobre as regras e o período para a eleição dos seus membros. Os Conselhos também costumam fazer reuniões abertas para aqueles que desejam se envolver sem participar das eleições.

9. O que é essencial para o funcionamento do Conselho Escolar?
 
Como cada escola tem suas particularidades, o primeiro passo para o funcionamento do Conselho é a elaboração de um regimento interno e de um regimento escolar que atenda as necessidades da comunidade e dos educadores locais.
O regimento interno tratará da organização do Conselho. Ele determina a forma como são eleitos os membros, as suas atribuições e a regularidade das reuniões. No regimento escolar, estão as normas que regem a escola como um todo. Eles podem ser redigidos na assembléia-geral, onde todos os membros da comunidade podem ser ouvidos e votar.
 
http://educarparacrescer.abril.com.br/gestao-escolar/democracia-gestao-escolar-490189.shtml
 
Texto: Piero Locatelli

O Coordenador pedagógico e a questão do registro

A matéria publicada pela revista Nova Escola, com titúlo "Documentos em ordem", ensina os professores a organizar os registros e usa-los  em projetos de formação da equipe, e  mostra também a importância do coordenador pedagógico na orientação dos professores em relação à organização em sala de aula de portfólios, pautas de observação, diários de aula. Fernanda Coelho Liberali, pesquisadora em Linguística da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e formadora de professores e coordenadores pedagógicos, salienta que "Os arquivos com as escritas do professor ficam mais ricos quando resgatam os processos vividos em sala de aula".

Desenvolvido pela Editora Abril. Disponível em: http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/coordenador-pedagogico/documentos-ordem-448846.shtml Acessado em: 08 Set 2010.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

O papel do coordenador pedagógico


Educação de qualidade é uma busca constante das instituições de ensino, para que isso se torne realidades são necessárias ações que sustentem um trabalho em equipe e uma gestão que priorize a formação docente contribuido para um processo administrativo de qualidade conforme Chiavenato (1997, p.101), “não se trata mais de administrar pessoas, mas de administrar com as pessoas. As organizações cada vez mais precisam de pessoas proativas, responsáveis, dinâmicas, inteligentes, com habilidades para resolver problemas, tomar decisões”. Nessa perspectiva devemos identificar as necessidades dos professores e com eles encontrar soluções que priorizem um trabalho educacional de qualidade esse trabalho é desenvolvido pelo coordenador pedagógico.

Esse profissional tem que ir além do conhecimento teórico, pois para acompanhar o trabalho pedagógico e estimular os professores é preciso percepção e sensibilidade para identificar as necessidades dos alunos e professores, tendo que se manter sempre atualizado, buscando fontes de informação e refletindo sobre sua prática como nos fala NOVOA (2001), “a experiência não é nem formadora nem produtora. É a reflexão sobre a experiência que pode provocar a produção do saber e a formação“ com esse pensamento ainda é necessário destacar que o trabalho deve acontecer com a colaboração de todos, assim o coordenador deve estar preparado para mudanças e sempre pronto a motivar sua equipe. Dentro das diversas atribuições está o ato de acompanhar o trabalho docente, sendo responsável pelo elo de ligação entre os envolvidos na comunidade educacional. A questão do relacionamento entre o coordenador e o professor é um fator crucial para uma gestão democrática, para que isso aconteça com estratégias bem formuladas o coordenador não pode perder seu foco.

O coordenador precisa estar sempre atento ao cenário que se apresenta a sua volta valorizando os profissionais da sua equipe e acompanhando os resultados, essa caminhada nem sempre é feita com segurança, pois as diversas informações e responsabilidades o medo e a insegurança também fazem parte dessa trajetória, cabe ao coordenador refletir sobre sua própria prática para superar os obstáculos e aperfeiçoar o processo de ensino – aprendizagem. O trabalho em equipe é fonte inesgotável de superação e valorização do profissional.

Por Vanessa dos Santos Nogueira

Colunista Brasil Escola

FORMANDOS

O COORDENADOR PEDAGÓGICO E A QUESTÃO DA INCLUSÃO



O pobre tem muito mais facilidade de entrar em juízo para reclamar hora extra não paga do que para garantir a inviolabilidade de seu lar, a proteção de sua honra, de sua integridade física, mesmo de seu direito de ir e vir, freqüentemente violado pelas exigências de carteira de identidade, carteira de trabalho, etc. De modo geral, parece-me que uma ampla reforma da justiça no sentido de torná-la ágil, barata e acessível a todos os cidadãos seria um passo indispensável em nosso aperfeiçoamento democrático. A administração da justiça foi a primeira garantia da liberdade na fundação do Estado moderno. O cidadão esclarecido é, sem dúvida, uma peça incômoda, reivindicadora. Sem ele, no entanto, está comprometido nosso próprio futuro como nação. Estamos condenados à democracia. Ou nos democratizamos ou desaparecemos...

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

O COORDENADOR PEDAGÓGICO E A QUESTÃO DA PARTICIPAÇÃO NOS ÓRGÃOS COLEGIADOS

A participação dos pais e alunos vem se fortalecendo, principalmente na constituição e no desempenho de órgãos colegiados da escola. O coordenador pedagógico pode incentivar a participação dos pais através de textos educativos que esclarecem a função da escola, com o objetivo que os mesmos entendam e ajudem os profissionais a educarem seus filhos com os mesmos propósitos, com a mesma intencionalidade.

Através de parcerias em passeios, onde são feitos convites realizado aos pais para acompanharem os filhos às excursões. É necessário que realizem palestras oferecidas no horário da noite com temas que os auxiliem na educação de seus filhos e que mostrem a importância da parceria família e escola, através de projetos que interagem família e escola, como festa da família, na qual pais e filhos desenvolvam juntas atividades propostas pela escola. Em relação à atuação dos professores no colegiado, a participação é de suma importância. A escola envia representantes que ajudam a decidir e expor aos pais e outros membros do colegiado, as propostas encaminhadas como, por exemplo: compra de ventiladores que são materiais permanentes, etc.

Em relação ao colegiado, a direção envolve os participantes, deixando o mais claro possível suas intenções. É necessário que os membros entendam o que está sendo proposto para que aprovem ou não com coerência. Nesse momento a direção está sendo formadora e transformadora, pois ajuda na construção de opiniões, identidades e autonomia.
Em todas as situações a instituição tende a ser democrática formando uma parceria com seus membros e com a comunidade.

A supervisora e ou coordenadora é de suma importância no colegiado, pois trabalham junto com a direção na preparação dos temas propostos e na dinâmica da reunião, além disso, ficam encarregadas de escrever a pauta com os temas propostos em reunião.

O PROTAGONISMO E PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM



A pedagogia renovada acredita que a aprendizagem é resultado de trabalhos participativos dos alunos, estimulados e conduzidos pelo professor, onde eles indagam e observam. Para isso é preciso que a escola favoreça ao educando momentos para que ele possa ser protagonista nos processos decisórios de aprendizagem e de organização de ações, tendo clareza dos tempos e espaços disponíveis e das dimensões em que essa participação pode ocorrer.

Entende-se que o professor é um mediador de conhecimentos, vivências e experiências, onde pautará as ações dos seus alunos de forma dialógica e democrática, objetivando a construção da autonomia do jovem por meio de propostas que possibilitem desenvolvimento de suas competências cognitivas, pessoais, sociais, emocionais e produtivas trabalhando com projetos.

O professor e psicopedagogo Celso Antunes,  fala da importância de se utilizar o projeto como processo de ensino e aprendizagem:

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O trabalho com projetos, além de estimular o jovem para a construção de sua autonomia, propicia espaços para que ele seja protagonista em seu processo de aprendizagem. O coordenador e sua equipe de professores devem conceber uma educação escolar em sintonia com o protagonismo juvenil onde requer estratégias e procedimentos em sala de aula e em outros espaços e momentos na rotina da escola, que considerem o potencial do jovem para planejar, organizar, desenvolver e avaliar ações, mediadas pelo professor, o que pode se efetivar, entre outras ações educativas, por meio de projetos. O trabalho com os mesmos sinaliza para a possibilidade de superar algumas posturas e certos procedimentos que inibem o protagonismo do jovem no processo educacional.


Cabe ao coordenador reorientar o currículo escolar com o trabalho por projetos estimulando a introdução de atividades mais dinâmicas e significativas no processo de ensino-aprendizagem, construído pelo coletivo da comunidade escolar por pais, alunos, professores, funcionários, etc.


ASSISTA: SER AUTORITÁRIO OU TER AUTORIDADE

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A QUESTÃO DA AUTORIDADE E DA FORMAÇÃO DE VALORES

“As crianças não respeitam porque não tem ninguém nesta escola que imponha respeito, porque ninguém faz nada. Alem disso, as reuniões são muito chatas, a coordenadora obriga a gente a fazer as atividades.”


(fala de professora sobre a coordenação).

“Não gosto de mandar, mas acho que é isso que as professoras esperam de mim; pelo menos não teriam o trabalho de decidir e assumir responsabilidade.”

(fala da coordenadora sobre professores).

Quando lemos o relato descrito acima, podemos ver que há um grande conflito em relação à autoridade e valores. Quando observamos, especificamente, o ambiente escolar percebemos que as situações de conflitos são maiores. As práticas adotadas pelos integrantes da escola impedem a construção de valores positivos.

O que é autoridade?

Hannah Arendt (2000, p. 129) diz que autoridade, com certa freqüência, confunde-se com violência e poder. No entanto, só se pode conceber a presença de autoridade quando se “exclui a utilização de meios externos e coerção, pois onde a força é usada a autoridade fracassou”. Então, autoridade constitui-se de hierarquia pelo reconhecimento da competência de quem a exerce.

La Taille (1999) entende que autoridade está relacionada com o sentimento de respeito, que se constrói na relação entre pessoas e se constitui de duas maneiras distintas: como resultado de hierarquização nas relações sociais e como reconhecimento do prestígio ou competência.

A partir desses conceitos podemos analisar as falas da professora e da coordenadora, como cada uma delas concebe a autoridade. A professora atrela autoridade ao respeito, ela julga a coordenadora, ela acha que não tem que ser responsável por nada. A coordenadora é quem resolve os conflitos de autoridade na escola.

Portanto, é necessário que se invista na construção da autoridade, na formação de valores como respeito, a responsabilidade, a admiração e a autonomia. Tudo isso tem que ser feito com a interação e contribuição de todos.


O COORDENADOR PEDAGÓGICO E A QUESTÃO DO REGISTRO

Segundo Fujikawa (2006), na construção de conhecimentos, são estabelecidos vínculos entre professores e coordenadores saberes e novos caminhos, fazendo assim a reflexão e compromisso com sua prática docente.

No seguinte processo o coordenador pedagógico tem toda importância planejando formas de reflexão, de formação de professores e de divisão de responsabilidades. Para melhor organização, este processo pode ser sistematizado através do registro.

Tais registros são feitos por professores e também por coordenadores, em diversos contextos educativos: registro em diários, registros em relatórios de alunos, registros em forma de síntese em reuniões entre coordenadores e diretores, escrita do relatório de avaliação do trabalho realizado.

Ao organizar acontecimentos em forma de registro, professores e coordenadores passam a ter uma nova visão de suas práticas pedagógicas, fazendo uma reflexão e até reelaborando novas práticas.  

O coordenador assume o papel fundamental de organizar e conduzir o trabalho do contexto escolar. Trabalhando a reflexão e a revisão da prática pedagógica, os diferentes pontos de vista, os diversos tipos de planejamento e propiciando o diálogo.

Segue abaixo o link da matéria “Escrita profissional: a importância dos registros feitos pelos  professores”, publicada pela revista Nova escola, que foi escrita por Luiza Andrade, mostrando a importância do planejamento e da documentação para melhor organização do espaço escolar.

A publicação mostra a importância dos registros feitos por professores e sua reflexão após a leitura da escrita. Zabalza citado por Andrade (2009) diz que é necessário diferenciar os tipos de registros, pois “há aqueles com características basicamente burocráticas. São os que contêm apenas os temas abordados, as presenças e as faltas. Seu valor é relativo e têm pouco a ver com a qualidade do trabalho docente”. E menciona os registros mais interessantes para a reflexão da prática.  

Desenvolvido pela Editora Abril. Disponível em http://revistaescola.abril.com.br/planejamento-e-avaliacao/planejamento/escrita-profissional-427279.shtml Acessado em: 08 Set 2010.

domingo, 5 de setembro de 2010

Baseado no texto das autoras:

Marli Eliza Dalmazo Afonso de Andre 

possui graduação em Letras pela Universidade de São Paulo (1966), graduação em Pedagogia pela Universidade Santa Úrsula (1973), mestrado em Educação pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (1976) e doutorado em Psicologia da Educação - University of Illinois (1978). Professora Titular aposentada na Faculdade de educação da USP, atualmente é professora do programa de estudos pós-graduados em educação: psicologia da educação da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Desenvolve pesquisas na área de formação de professores.



(Texto informado pelo autor) Última atualização do currículo em 18/07/2010
Endereço para acessar este CV: http://lattes.cnpq.br/3046653923068225


Marli M. da silva Vieira
 
Doutoranda do Programa de Estudo Pós-Graduados em Educação: Psicologia da educação da PUC-SP.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

“saber é sempre saber de alguém que trabalha alguma coisa no intuito de realizar um objetivo qualquer” Tardif (2002,p.11)

Para André e Vieira (2010) Tardif é um autor sistematizador sobre saberes docentes, a Nunes (2001) afirma que sobre formação e profissão docentes as pesquisas indicam a uma função a se refletir sobre a prática pedagógica do professor, pois ela é tomada como mobilizadora de saberes profissionais. Considerando que este, em sua trajetória, reconstrói e constrói seus conhecimentos conformando às suas necessidades e utilização, seus percursos formativos e profissionais, suas experiências, etc.


Embora Tardif se refira ao saber dos docentes, suas ponderações e reflexões são perfeitamente adaptadas ao contexto do coordenador pedagógico, que ao desenvolver suas atividades junto aos professores ele não deixa de ser docente tendo seu propósito bem claro sobre o ensino e aprendizagem do espaço escolar.

Tardif demonstra que os saberes se apóiam em alguns “fios condutores”:

A pessoa do trabalho e seu trabalho

Pluralidade de saberes

Temporalidade do saber

Experiência enquanto fundamento do saber

Saberes humanos a respeito de seres humanos

Saber repensar a formação dos professores



Fontes bibliográficas adicionais


Desenvolvido por: CÉLIA MARIA FERNANDES NUNES Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/es/v22n74/a03v2274.pdf acessado em: 03 agos 2010

PERSONALIDADES

PhotosTardif 016 (123people.com )

Maurice Tardif pesquisador canadense conhecido internacionalmente é professor -titular na Universidade de Montreal, onde dirige o mais importante centro de pesquisa canadense sobre a profissão docente. O autor da obra é professor universitário no Canadá e suas pesquisas abrangem vários países, inclusive o Brasil, onde já realizou palestras e encontros com professores. É conhecedor da obra de Paulo Freire, enaltecendoa no que tange à valorização do papel do professor como agente de mudanças, como intelectual engajado.

Ele é filósofo e sociólogo de formação, e seus trabalhos são traduzidos e publicados em vários paises. Nos últimos anos, foram publicados várias de suas obras sobre o ensino, entre as quais O Trabalho docente no Cotidiano (Editora Deboech - Bélgica, 2000). e outros.

Ele é membro de vários grupos, comissões e associações de pesquisa no Brasil, e participa regularmente das atividades e debates que animam atualmente a comunidade brasileira de educadores diante das reformas do ensino e da escola básica.

Fontes bibliográficas

Desenvolvido por: Kênia Hilda Moreira e Marcos Lucio de Sousa Gois Disponível em: e-revista.unioeste.br/index.php/travessias/article/download/2742/2134 acessado em: 03 agos 2010

Desenvolvido por: Disponível em: http://www.slideshare.net/deacortelazzi/saberes-docentes-maurice-tardif acessado em: 03 agos 2010

terça-feira, 31 de agosto de 2010

QUESTÕES SOBRE OS SABERES


E Quais seriam as Questões contemporâneas escola EA? Estás São apresentadas Pelo Diálogo Aberto Pelo livro e coordenadores pedagógicos . Pontos Emergentes Como Surgem inquietações dos saberes em Relação Sobre Autoridade , valores e Respeito na Escola , Cuidados Sobre si mesmos e do Outro , Sobre SUA formadora atuação e transformados e Também o protagonismo juvenil e Sua Participação em colegiados , fracasso escolar e Inclusão .
Os saberes do coordenador pedagógico São analisados Por Placco e Almeida (2010 , p.7) privilegiando Eixos como: "a Pessoa do Seu Trabalho e profissional , uma pluralidade de saberes , a EA nesses temporalidades saberes Experiência , Na perspectiva da Compreensão dos saberes e não fazer Ser Humano ".


Traremos parágrafo Nosso Primeiro tema A questão dos saberes , Na edição de 22 de outubro de 2008 da revista Veja Cláudio de Moura Castro demonstra indignação SUA Quanto aos saberes dos professores em fazer parte Uma Seu Texto Ele narra :


" Eu em conversa com ALGUMAS professoras . Como ELAS aprenderam Não nd Faculdade dar uma aula , Que Admitem SEUS alunos servem de cobaias , enquanto aprendem ELAS - processo PoDE Que Durar Até Cinco anos . É Como se núm curso de cirurgia OS alunos estudassem Apenas um Psicogênese do ato cirúrgico . Ao se formarem , teriam de inventar Maneiras de operar SEUS pacientes, Já Que Não haviam aprendido como qualquer Curso . Pouco a pouco , aumentaria o numero de Sobreviventes Entre seus pacientes. "


O bem continua economista Seu Parecer Sobre os saberes dos professores escorregando Por Terrenos Sobre construtivismo e em Defesa para quê Para muitos o chamaria de tecnicismo , etc Usando a medicina n Idéia SUA zagueiro elemento Que Poderia elaborar Melhor Uma solução Como uma Residência Médica em Vez dizer de o que " bisturi " Importa É que. Para ler Quem Quiser uma Matéria NA integra o endereço: http://veja.abril.com.br/221008/p_024.shtml. acessado em 30 agos 2010.


Para André e Vieira (2010) nos anos 70 o Não era profissional docente reconhecido Como Produtor de conhecimento, e sim Consumidor UM Como fazer um Produz Que ciência . Ele Deveria Ser Eficiente hum mero técnico . Nos anos 80 esse modelo recebe forte crítica. Para Superar uma racionalidade técnica o modelo racionalidade Prática Que São OS Defensores de Uma Formação de Profissionais autônomos , Investigadores de SUA Própria Prática reflexivos e capazes de Tomar Decisões . E n Superar uma racionalidade Prática o modelo professor Mais Onde intelectual crítico do Que SUA autonomia defende- se uma perspectiva Política do docente , o professor É UM intelectual Que transforma uma Realidade social, é ele Uma Verdadeira emancipatória " Autoridade " embasado Pelos ideais de Liberdade , democracia e igualdade .


Se " educação hum "É Conjunto de Processos de Aprendizagem e Formação socialmente elaborados e destino Baseado -se em saberes EAo MEMBROS da Sociedade completa Tardif e Lessard (apud , André Vieira e 2010), Claro Que FICA OS corpos docentes definirão SUA Prática Dentro dos Sistemas em vigor Que São chamados , e Baseando- se em saberes SEUS adiquiridos n transmitirem assim .




Questões parágrafo refletir Até a Próxima postagem :


Que saberes mobilizados São Pelos coordenadores pedagógicos sem Exercício de Seu Trabalho cotidiano ?
OS Como eles utilizam nas diferentes Situações Diariamente enfrentam Que ?
São Quais as Relações com o Desses saberes contexto de trabalho?